Poesias, Olavo Bilac, Livraria Francisco Alves, Edição 1946, Capa de Luxo Azul em Percalux

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Poesias, Olavo Bilac, Livraria Francisco Alves, Edição 1946, Capa de Luxo Azul em Percalux.

Contém:

- Panoplas

- Via Láctea

- Sarças de Fogo

- Alma Inquieta

- As Viagens

- O Caçador de Esmeraldas

- Tarde

Olavo Bilac – Wikipédia, a enciclopédia livre

"Olavo Bilac nasceu em 16 de dezembro de 1865, no Rio de Janeiro. Na ocasião, seu pai, o médico Brás Martins dos Guimarães Bilac, era cirurgião do Exército na Guerra do Paraguai (1864-1870). Assim, em 1880, com apenas 15 anos de idade e uma autorização especial, Olavo Bilac ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mas acabou desistindo do curso quatro anos depois e iniciando o curso de Direito, em São Paulo, o qual também não concluiu. Essa sua atitude acabou levando-o a um desentendimento com a família, descontente com suas decisões.

O escritor, então, passou a trabalhar como jornalista e cronista. Escrevia para vários jornais e revistas. Durante muitos anos, escreveu para a Gazeta de Notícias. Além disso, foi fundador dos periódicos A Cigarra, O Meio e A Rua, que não duraram muito. Seu primeiro livro — Poesias — foi publicado em 1888. Em 1891, trabalhou como oficial da Secretaria do Interior do Estado do Rio de Janeiro, porém, por fazer oposição ao governo de Floriano Peixoto, foi preso, em 1892.

Ao ser solto, o poeta buscou refúgio em Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. A partir de então, sua poesia passou a abordar temas da realidade de seu país. Quando, em 1894, o autor voltou ao Rio de janeiro, foi preso novamente. No entanto, com a saída de Floriano Peixoto, Olavo Bilac retomou a sua rotina e, em 1897, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Nesse mesmo ano, ao perder o controle do carro do jornalista José do Patrocínio (1853-1905), entrou para a história como o primeiro motorista a sofrer um acidente de carro no Brasil, quando bateu em uma árvore. O carro teve perda total, mas Bilac e Patrocínio saíram ilesos.

Em 1898, começou a trabalhar como inspetor escolar, cargo no qual se aposentaria. No início do século XX, Olavo Bilac era um dos poetas mais famosos do país. Escreveu a letra do Hino à Bandeira, divulgado, pela primeira vez, em 1906, e foi secretário do prefeito do Distrito Federal, em 1907. Nos anos seguintes, tornou-se um nacionalista apaixonado e dedicou-se a defender o serviço militar obrigatório, fazendo conferências pelo país.

Até que, em 28 de dezembro de 1918, o Príncipe dos Poetas, ocupante da cadeira número 15 da Academia Brasileira de Letras, morreu no Rio de Janeiro."

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